Não sou muito dada a romantismos. Aliás, não sou muito nem sou pouco... não sou e ponto final. Relativamente a questões amorosas e coisas do género sou fria, se calhar até um bocadinho distante e só de vez em quando é que tenho uns dias assim mais para o queridos (mas acho que isso deve ser das hormonas, não sei). Não digo coisas queridas ao ouvido todos os dias, não encho o meu namorado de beijos e não faço questão de andar sempre agarrada a ele. Sou, por tudo isto, uma seca nestas lides. E, como nada romântica que sou, o Dia de S. Valentim não me diz grande coisa. Até porque gostar de alguém é gostar todos os dias do ano, gostar de alguém é conseguir ter sempre que possível uns bocadinhos reservados para dar uma volta ou ir comer fora (nem que seja um hambúrguer no Mc Donalds), é fazer com que o outro saiba o quanto gostamos dele sem ser preciso ursos ou cães com corações pirosos. E vamos ser sinceros, não há nada mais irritante do que montras recheadas de bonecos com um ar sinistro e do que um dia inteiro em que as rádios resolvem passar toda a música-pirosa-elevada-ao-cubo existente no panorama musical a nível mundial.
Mas como o rapaz até é um bocadito dado as estas celebrações ontem foi dia de passear e jantar fora. E soube bem. Passeamos muitas vezes, comemos fora algumas, estamos juntos quase todos os dias mas pronto... ontem foi dia de conhecer sítios novos e visitar outros onde já tinha saudades de ir.
E pronto, é isto. Agora vou continuar a viver o dia que pode não ser dos namorados todos do mundo ou do raio do S. Valentim mas que é meu e é dele, tal como todos os outros dias. (E também vou ao ginásio que uma pessoa tem que continuar firme nas promessas que faz.)
P.S.: O jantar foi aqui e digo desde já que está aprovado.
Sem comentários:
Enviar um comentário